Quarta, 13 de setembro de 2017, 14h02
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Política / bloco de oposição

Deputado insiste que problema é má administração e não falta de recursos no Estado

A declaração foi feita durante entrevista na rádio Capital FM, nesta quarta feira (13)



O deputado estadual Zeca Viana (PDT) insiste em dizer que o problema é a má administração pública e não a falta de recursos, já que segundo o parlamentar criar impostos e taxas nada irá resolver a situação do Estado.

 

A declaração foi feita durante entrevista na rádio Capital FM, nesta quarta feira (13).

 

“Pode criar o que for em cima do setor produtivo que não vai aguentar da forma que o governo que vem administrando não tem dinheiro. É um saco sem fundo”, disse.

 

Zeca falou ainda sobre o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

 

“No início do ano nós conseguimos por em lei o Fethab II foi uma contribuição que o agronegócio está dando sabendo da necessidade que tem. Minha indignação com o Fethab é ir para os Poderes. Na AL sou taxado de aloprado ou louco porque não concordo com isso. Nós somos contra um Fethab que vem para uma conta única e ninguém sabe para onde vai. Pedimos uma prestação de contas para o governo e soubemos que arrecadou R$ 400 milhões só da soja até julho. Soubemos ainda, que tinha R$ 140 milhões na conta e R$ 300 milhões foi para onde? São essas situação que não dá. Se determinar 80% para estrada e 20% para saúde em conta específica me indispus com o secretário de Saúde para que não passe pela fonte 100”, disparou.

 

PEC do teto na AL

 

“Precisa ser votado talvez com algumas alterações. Está havendo uma pressão tanto pelos servidores quanto pelos Poderes que agora estão concordando que precisa mesmo congelar repasses, mas que ainda tem resistência quanto à questão da Revisão Geral Anual (RGA). Os servidores precisam entender que nós precisamos sair desse buraco. Nós somos o Estado que tivemos crescimento da nossa arrecadação. Esse ano que a coisa ficou realmente difícil. Porque com a atividade do agronegócio não vai bem, por exemplo, tivemos o excesso de produção, mas não tivemos preço. Quando não tem produção satisfatória o preço cai e isso diminui o fluxo de entrada de dinheiro para o produtor e o Estado. Nós temos uma evasão muito grande de receita nessa questão de exportação, mas é ineficiente do Estado. Sabemos que tem empresas grandes que jogam o produto aqui dentro do país e na sua contabilidade esta sendo exportada e não é pouco dinheiro. Aqueles que não devem são penalizados e os que realmente devem estão na zona de conforto. O Estado tem que buscar um mecanismo para fazer cada um pagar a sua parcela. Se fossemos usar o Fethab exclusivamente para aquilo que foi criado não teríamos estrada de chão mais no Estado”, finalizou.



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