Terça, 12 de setembro de 2017, 08h39
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Esportes / Internacional

City supera PSG em gastos e é elenco mais caro da história

De acordo com dados do CIES Football Observatory, valor gasto pelos citizens é de R$ 3,15 bilhões para montar atual plantel, sendo R$ 895 mi no último ano. Valor supera franceses e rival United, antes recordista

Apesar do alto investimento do Paris Saint-Germain nesta janela, ainda há quem supere os franceses em termos de investimentos.

 

De acordo com pesquisa feita pelo "CIES Football Observatory" (observatório de futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte), é o inglês Manchester City quem lidera esse quesito e, com isso, assume o posto de elenco mais caro da história do futebol. No total, foram desembolsados € 853 milhões (R$ 3,15 bi) para montar a atual equipe, três a mais que o PSG. Antes, o recorde era do rival local Manchester United, com € 718 milhões (R$ 2,65 bi).


Apesar da liderança do City, o Paris Saint-Germain também quebrou o recorde anterior do United. E mesmo com o segundo lugar, os investimentos dos franceses nesta janela superam com folga os do clube inglês: o valor gasto pelo PSG passou dos € 395 milhões (R$ 1,46 bi), por causa das contratações de Neymar e Mbappé - já incluida na conta, apesar do empréstimo. 

 

Em comparação com setembro de 2016, o aumento nos gastos dos citizens ultrapassou os € 242 milhões (R$ 895 mi).

 

A série de investimentos feita por Pep Guardiola para reforçar seu plantel inclui nomes como o goleiro Ederson, o lateral-esquerdo Mendy, que custou € 57,5 milhões (R$ 212 mi) aos cofres do City, e Douglas Luiz, ex-Vasco e que foi emprestado ao Girona, da Espanha.

 

O Manchester United, que tinha a liderança em ranking divulgado no ano passado, reduziu seus investimentos e fez apenas R$ 244,2 milhões em compras, em um mercado cada vez mais inflacionado.

 

As cifras são inferiores às de clubes que ocupam posições bem abaixo na lista, como o Marselha, da França, que ocupa apenas o 36º lugar em um total de 98 clubes, e gastou R$ 300 milhões.


Outro número impactante é o do Bayern de Munique.

 

Apesar de ser um dos principais clubes do futebol europeu, a equipe alemã não costuma investir alto em contratações. E mesmo com a ida de Tolisso pelo valor recorde da equipe (R$ 153,5 mi), os bávaros perderam posições e saíram dos dez primeiros, com o total de R$ 1,295 bi investidos no elenco.


Chama atenção o alto número de equipes inglesas na lista.

 

Na lista dos 10 maiores, são cinco clubes da Terra da Rainha: além da dupla de Manchester, Chelsea (4º), Liverpool (8º), Arsenal (9º) e Tottenham (10º) ocupam os postos restantes. Entre os 25, figuram clubes como Everton, Leicester, Crystal Palace e até mesmo o recém-promovido Newcastle United, que está na 25ª colocação. O menor investimento da liga inglesa é o do Huddersfield Town, no 53º lugar.


A pesquisa feita pelo Football Observatory leva em conta 98 equipes, distribuidas entre cinco ligas europeias (Inglaterra, França, Espanha, Itália e Alemanha). Desta forma, o investimento feito por países como Brasil e Portugal não é levado em conta.

 

Além disso, são contabilizados apenas os valores pagos pela transferência dos atletas, sem levar em conta salários ou prêmios para os jogadores.



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